foto: Lucas Costa
Maíra Baldaia integra o DINGOMA, como cantora, compositora e
percussionista, ao lado de Elisa de Sena, Elisa Massa, Emanuelle Ranilla,
Maurício Bianco, Patrícia Melo, Regina Fraga, Tadeu Cardoso e Teresa Massa.
O DINGOMA, antigo Grupo Tambor Mineiro, se
formou a partir da oficina intitulada "Tambor Mineiro", ministrada
por Mauricio Tizumba. Em 2004, o Tambor Mineiro gravou o seu primeiro CD, ao
vivo na Serra do Cipó. Desde então, com a necessidade de aprimoramento técnico
dos seus integrantes e maior dedicação dos mesmos, o Tambor Mineiro sentiu
necessidade de ir além. Em 2006 foi formado o Grupo Tambor Mineiro no intuito
de aprimorar o seu trabalho artístico e desde o ano de 2009 passou a se apresentar
sem a presença de Tizumba.
Idealizando e realizando seus próprios projetos
o grupo atingiu identidade própria e no ano de 2013, percebendo este momento
iminente de crescimento e independência, o grupo precisou renovar para se
expressar através daquilo que ele tem de mais próprio: o nome. Nasce então o
DINGOMA.
E por que DINGOMA? No centro de nossa música
está o tambor, elo de todos nós. É dele que falamos, é com ele que tocamos. O
tambor é nossa forma de agradecer, de brincar, de se expressar, de rezar, de
oferecer luz a quem nos ouve, de trocar. Ngoma ou Ng'oma é tambor. Esse povo
aqui é de tambor, é de Ngoma! DINGOMA!
Tendo a tambor como o coração da sua
sonoridade, o DINGOMA busca unir força e sensibilidade na sua música. Além das
músicas de raiz congadeira e de releituras de canções da MPB, o grupo apresenta
composições próprias. Os diferentes timbres das vozes femininas e masculinas
somam-se ao batuque do tambor que soa com a premissa de sensibilizar com
alegria todo o público que encontrar. Somando a força do tambor à
sutileza da percussão de efeito e também dos instrumentos harmônicos
o DINGOMA trabalha a conexão das raízes e das antenas. DINGOMA é
afro-mineiridade, é ancestralidade.
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